
O Rio de Janeiro, a cidade,
me invade, me divide.
O Rio, a cidade incide.
E eu Rio, Rio, Rio,
de minha condição.
O Rio de Janeiro é a regra,
eu sou a exceção.
O Rio, a cidade, a montanha,
é estranha, desconcerta.
O verde, o azul, descoberta
e as buzinas da cidade.
O Rio é a realidade,
como em um sonho bom.
A cidade, a montanha. A praia,
se espalha na baía.
O sol espreguiça outro dia,
raiando tanto calor.
Eu Rio, talvez sem motivo.
Eu nada espero, eu vivo
como uma música, som.
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